O resenheiro

resenhas para vida
Pink Floyd - The Dark Side Of The Moon [1973]Eclipse"All that you touchAll that you seeAll that you tasteAll you feelAll that you loveAll that you hateAll you distrustAll you save.All that you giveAll that you dealAll that you buy,Beg, borrow or steal.All you createAll you destroyAll that you doAll that you say.All that you eateveryone you meetAll that you slightEveryone you fight.All that is nowAll that is goneAll that’s to comeAnd everything under the sun is in tuneBut the sun is eclipsed by the moon."There is no dark side of the moon really.Matter of fact it’s all dark.”Esse álbum dispensa qualquer comentário da minha parte, mas, por favor, se for ouvi-lo, ouça-o inteiro e na ordem original!DOWNLOAD: http://thepiratebay.se/torrent/6342666/Pink_Floyd_The_Dark_Side_Of_The_Moon_2011_Remastered_320_Kbps

Pink Floyd - The Dark Side Of The Moon [1973]

Eclipse

"All that you touch
All that you see
All that you taste
All you feel
All that you love
All that you hate
All you distrust
All you save.
All that you give
All that you deal
All that you buy,
Beg, borrow or steal.
All you create
All you destroy
All that you do
All that you say.
All that you eat
everyone you meet
All that you slight
Everyone you fight.
All that is now
All that is gone
All that’s to come
And everything under the sun is in tune
But the sun is eclipsed by the moon.
"There is no dark side of the moon really.
Matter of fact it’s all dark.”

Esse álbum dispensa qualquer comentário da minha parte, mas, por favor, se for ouvi-lo, ouça-o inteiro e na ordem original!

DOWNLOAD: http://thepiratebay.se/torrent/6342666/Pink_Floyd_The_Dark_Side_Of_The_Moon_2011_Remastered_320_Kbps

Joy Division - Unknown Pleasures [1979]A solidão não é mesmo inspiradora? O vocalista desta banda, Ian Curtis, que o diga. O depressivo jovem escreveu canções extremamente tocantes na sua breve passagem pela banda. Porém, estamos falando de uma depressão que não foi feita para comover, mas para nos colocar no mesmo estado de espírito do vocalista - como se estivéssemos ouvindo seus desabafos. Não são canções que te deixam mal, são canções que te fazem compreender um sentimento e estado humano muito complexos que a solidão. Ian Curtis também sofria de epilepsia, o que agravava ainda mais seu quadro depressivo. Esse álbum é apenas uma fagulha do que é, do que foi Ian Curtis e Joy Division. Aqui você encontra influências de David Bowie, Iggy Pop, Sex Pistols e Velvet Underground - ou seja, um grupo influenciado pelo melhor cenário musical dos anos 70. E em questão de influência, Curtis foi um grande ídolo de Renato Russo e Legião Urbana. Porra, alguém aqui tem noção do que eu estou falando? Esta só é banda que influenciou umas das maiores bandas brasileiras de todos os tempos. Joy Division tem grandes valores, e, hoje, é reconhecida na história do bom Rock. Este disco carrega canções incríveis como “She’s Lost Control”, “New Down Fades” e “Shadowplay” (que, inclusive, foi regravada pela banda The Killers). Mas Joy Division, apesar de estar em uma época sugestiva, não é Punk Rock e sim o que podemos enquadrar na categoria de Pós Punk. Suas letras não são tão agressivas quanto as do Punk, mas suas raízes são evidentes em algumas faixas, como em “Interzone”. Ian Curtis cansou-se do mundo aos 23 anos de idade: enforcou-se na cozinha de sua casa enquanto ouvia Iggy Pop.Curtis foi um grande compositor, talvez muito incompreendido. Deixou este disco como legado, para ser citado junto com os demais clássicos do bom e velho rock."It was me, waiting for meHoping for something moreMe, see me in this timeHoping for something else”DOWNLOAD:http://thepiratebay.se/torrent/3662243/Joy_Division-Unknown_Pleasures

Joy Division - Unknown Pleasures [1979]

A solidão não é mesmo inspiradora? O vocalista desta banda, Ian Curtis, que o diga. O depressivo jovem escreveu canções extremamente tocantes na sua breve passagem pela banda. Porém, estamos falando de uma depressão que não foi feita para comover, mas para nos colocar no mesmo estado de espírito do vocalista - como se estivéssemos ouvindo seus desabafos. Não são canções que te deixam mal, são canções que te fazem compreender um sentimento e estado humano muito complexos que a solidão. Ian Curtis também sofria de epilepsia, o que agravava ainda mais seu quadro depressivo. Esse álbum é apenas uma fagulha do que é, do que foi Ian Curtis e Joy Division. Aqui você encontra influências de David Bowie, Iggy Pop, Sex Pistols e Velvet Underground - ou seja, um grupo influenciado pelo melhor cenário musical dos anos 70. E em questão de influência, Curtis foi um grande ídolo de Renato Russo e Legião Urbana. Porra, alguém aqui tem noção do que eu estou falando? Esta só é banda que influenciou umas das maiores bandas brasileiras de todos os tempos. Joy Division tem grandes valores, e, hoje, é reconhecida na história do bom Rock. Este disco carrega canções incríveis como “She’s Lost Control”, “New Down Fades” e “Shadowplay” (que, inclusive, foi regravada pela banda The Killers). Mas Joy Division, apesar de estar em uma época sugestiva, não é Punk Rock e sim o que podemos enquadrar na categoria de Pós Punk. Suas letras não são tão agressivas quanto as do Punk, mas suas raízes são evidentes em algumas faixas, como em “Interzone”. Ian Curtis cansou-se do mundo aos 23 anos de idade: enforcou-se na cozinha de sua casa enquanto ouvia Iggy Pop.
Curtis foi um grande compositor, talvez muito incompreendido. Deixou este disco como legado, para ser citado junto com os demais clássicos do bom e velho rock.

"It was me, waiting for me
Hoping for something more
Me, see me in this time
Hoping for something else”

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 White Album - The Beatles O que fazer quando se depara com uma obra prima da história do rock, um dos grandes legados do cenário musical mundial? Resta apenas estremecer e se curvar de reconhecimento perante as composições maestrais dos Garotos de Liverpool.  Este álbum tem seu valor não apenas por carregar canções incríveis, mas também por reunir todos os estilos vertentes do rock da época, e pela própria história que o cerca. O White Album (ou Álbum Branco, como é conhecido) foi composto, boa parte, durante sessões transcedentais na Índia - por esse motivo as especulações sobre o valor simbólico dessa obra são tantas, até porque houveram muitas desavenças entre os Beatles e o próprio Guru que os orientava.  Um dos grandes albuns duplos dos anos 60 e o primeiro dos Beatles, o White Album possui suas canções marcantes, como Helter Skelter (até hoje cantada por Paul em seus shows), Happiness is a Warm Gun (repleta de herotismo implícito), Revolution 1 (símbolo do pensamento reacionário) e While My Guitar Gently Weeps (canção que conta com a guitarra de George Harrison e nada mais, nada menos que Eric Clapton - também conhecido como deus). Estou certo que existem mais de mil motivos para ouvir este álbum duplo, mas a maioria deles você irá descobrir faixa após faixa. Mas, se quer um motivo, logo de cara: É BEATLES! DOWNLOAD: http://www.4shared.com/rar/khK66wxT/Beatles_-_White_Album.htm


 White Album - The Beatles

O que fazer quando se depara com uma obra prima da história do rock, um dos grandes legados do cenário musical mundial? Resta apenas estremecer e se curvar de reconhecimento perante as composições maestrais dos Garotos de Liverpool.
Este álbum tem seu valor não apenas por carregar canções incríveis, mas também por reunir todos os estilos vertentes do rock da época, e pela própria história que o cerca. O White Album (ou Álbum Branco, como é conhecido) foi composto, boa parte, durante sessões transcedentais na Índia - por esse motivo as especulações sobre o valor simbólico dessa obra são tantas, até porque houveram muitas desavenças entre os Beatles e o próprio Guru que os orientava.
Um dos grandes albuns duplos dos anos 60 e o primeiro dos Beatles, o White Album possui suas canções marcantes, como Helter Skelter (até hoje cantada por Paul em seus shows), Happiness is a Warm Gun (repleta de herotismo implícito), Revolution 1 (símbolo do pensamento reacionário) e While My Guitar Gently Weeps (canção que conta com a guitarra de George Harrison e nada mais, nada menos que Eric Clapton - também conhecido como deus).
Estou certo que existem mais de mil motivos para ouvir este álbum duplo, mas a maioria deles você irá descobrir faixa após faixa. Mas, se quer um motivo, logo de cara: É BEATLES!

DOWNLOAD: http://www.4shared.com/
rar/khK66wxT/Beatles_-_White_Album.htm

Criolo - Nó na Orelha [2011] “Não precisa morrer para ver Deus. Não precisa sofrer pra saber o que é melhor pra você” é uma das frases célebres deste recente álbum. Pra quem diz que o cenário musical brasileiro está uma completa merda, Criolo está aqui para provar o contrário - ainda há um pingo de esperança. Há quem diga que Criolo é “mais um” Rapper, mas eu discordo, ele é um dos grandes poetas da música contemporânea. Criolo canta o Brasil, Criolo recita poesia suburbana. “Nó na Orelha” é um daqueles discos que você verá nas listas de clássicos do século XXI daqui uns 40 anos – e isso não é uma aposta, é uma profecia. Este não é mais um álbum repleto de “achismos” musicais, aqui tem muita coisa consistente, como “Freguês da Meia Noite” e “Bogotá” [que faz referência ao poema “Vou-me embora para Pasárgada” de Manuel Bandeira]. Isso sem falar da incrível letra de “Não Existe Amor em SP”, já cultuada nas rodinhas de paulistanagens. E como se não bastasse, nesse álbum você encontra “Lion Man”, uma canção que vibra com frases como “Pátria amada, o que oferece a teus filhos sofridos? / Dignidade ou jazidos?”. Verdade seja dita, Criolo tá fazendo o que muito roqueiro por aí não tá: ele está sendo autêntico! Foda-se o resto. “Vamos às atividades do dia: Lavar os copos, contar os corpos E sorrir a esta morna rebeldia.”  DOWNLOAD: http://thepiratebay.se/torrent/7245802/Criolo_No_Na_Orelha

Criolo - Nó na Orelha [2011]

“Não precisa morrer para ver Deus. Não precisa sofrer pra saber o que é melhor pra você” é uma das frases célebres deste recente álbum. Pra quem diz que o cenário musical brasileiro está uma completa merda, Criolo está aqui para provar o contrário - ainda há um pingo de esperança. Há quem diga que Criolo é “mais um” Rapper, mas eu discordo, ele é um dos grandes poetas da música contemporânea. Criolo canta o Brasil, Criolo recita poesia suburbana. “Nó na Orelha” é um daqueles discos que você verá nas listas de clássicos do século XXI daqui uns 40 anos – e isso não é uma aposta, é uma profecia. Este não é mais um álbum repleto de “achismos” musicais, aqui tem muita coisa consistente, como “Freguês da Meia Noite” e “Bogotá” [que faz referência ao poema “Vou-me embora para Pasárgada” de Manuel Bandeira]. Isso sem falar da incrível letra de “Não Existe Amor em SP”, já cultuada nas rodinhas de paulistanagens. E como se não bastasse, nesse álbum você encontra “Lion Man”, uma canção que vibra com frases como “Pátria amada, o que oferece a teus filhos sofridos? / Dignidade ou jazidos?”. Verdade seja dita, Criolo tá fazendo o que muito roqueiro por aí não tá: ele está sendo autêntico! Foda-se o resto.

“Vamos às atividades do dia:
Lavar os copos, contar os corpos
E sorrir a esta morna rebeldia.”

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Novos Baianos - Acabou Chorare [1972] “Eu não passo de um malandro, de um moleque do Brasil.”  Um pouco de brasilidade não mata ninguém. Estamos, aqui, diante de um dos maiores ícones da tropicalia. Acabou Chorare é só um dos álbuns mais presentes nas listas de “melhores álbuns brasileiros da história” - pouca coisa, né? Bom, se você nunca ouviu este disco, você nunca ouviu o que o Brasil já fez de melhor na história da sua música. Acabou Chorare carrega o samba e a tropicalia no seu estado mais puro, repleto de harmonia e ritmo, como se estivesse dizendo “isto é tropicalia! isto é Brasil”. Os Novos Bainos também são responsáveis por uma das citações mais emblemáticas da música brasileira - na música Sampa de Caetano Veloso: “e os Novos Baianos passeiam na sua garoa, e os Novos Baianos te podem curtir numa boa”.  Nunca vi tanta boniteza num álbum só! Aqui você se deparará com “Mistério do Planeta” - música possuidora de um dos solos de guitarra mais absolutamente incríveis da tropicalia e, por que não, do Brasil? ♫ “Abre a porta e a janela e vem ver o sol nascer”, “porque quem vai de ‘não’ não chega não”, pois “eu sou um pássaro que vivo ‘avuando’, vivo ‘avuando’ sem nunca mais parar”… ♫ “Acabou chorare! Ficou tudo lindo, de manhã cedinho.” Isso é tropicalia! O resto é só uma tentativa de ser. DOWNLOAD: http://www.mediafire.com/?l0tawcd06u61x16

Novos Baianos - Acabou Chorare [1972]

“Eu não passo de um malandro, de um moleque do Brasil.”

Um pouco de brasilidade não mata ninguém. Estamos, aqui, diante de um dos maiores ícones da tropicalia. Acabou Chorare é só um dos álbuns mais presentes nas listas de “melhores álbuns brasileiros da história” - pouca coisa, né? Bom, se você nunca ouviu este disco, você nunca ouviu o que o Brasil já fez de melhor na história da sua música. Acabou Chorare carrega o samba e a tropicalia no seu estado mais puro, repleto de harmonia e ritmo, como se estivesse dizendo “isto é tropicalia! isto é Brasil”. Os Novos Bainos também são responsáveis por uma das citações mais emblemáticas da música brasileira - na música Sampa de Caetano Veloso: “e os Novos Baianos passeiam na sua garoa, e os Novos Baianos te podem curtir numa boa”.
Nunca vi tanta boniteza num álbum só! Aqui você se deparará com “Mistério do Planeta” - música possuidora de um dos solos de guitarra mais absolutamente incríveis da tropicalia e, por que não, do Brasil? ♫ “Abre a porta e a janela e vem ver o sol nascer”, “porque quem vai de ‘não’ não chega não”, pois “eu sou um pássaro que vivo ‘avuando’, vivo ‘avuando’ sem nunca mais parar”… ♫

“Acabou chorare! Ficou tudo lindo, de manhã cedinho.”

Isso é tropicalia! O resto é só uma tentativa de ser.

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Eternal Sunshine of the Spotless Mind (2004)

Título no Brasil: Brilho Eterno de uma Mente Sem Lembranças
Diretor: Michel Gondry
Roteiro: Charlie Kaufman e Michel Gondry

http://toirock.files.wordpress.com/2012/05/joel-and-clem.jpg

Em 2004, eu, adolescente, imaturo apreciador de cinema, assisti a um trailer de um filme – me pareceu mais um filme do Jim Carrey, a princípio, só mais um filme do Jim Carrey. Fiquei ansioso para assisti-lo. Mais tarde descobriria que não era apenas mais um filme aleatório de comédia ou melodrama e sim de uma obra-prima desta década. O jovem diretor de videoclipes musicais, Michel Gondry, deixou sua marca para a história do cinema com suas técnicas inovadoras de criar efeitos visuais sem utilizar muitos recursos gráficos. Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças não foi uma aposta, a começar pelo elenco: Jim Carrey e Kate Winslet – ambos, artistas de conhecimento global. Michel Gondry sabia o que estava fazendo e no que estava apostando. A prova disso foi o Oscar (merecido) de Melhor Roteiro Original em 2005 (escrito em conjunto com o renomado roteirista Charlie Kaufman). O que eu quero dizer é que Brilho Eterno é um filme que teve tudo para emplacar: rostos famosos, roteiro minucioso, enredo envolvente e uma direção genial, porém sem os moldes de um blockbuster. Brilho Eterno não era parecido com nada que eu já tinha visto e, ainda sim, me causou uma simpatia instantânea. E há quem diga que Jim Carrey não é bom fazendo drama – o que é uma grande infâmia. O desempenho do ator nesse filme é único, realmente, eu diria até que superou “O Mundo de Andy” e “O Show de Truman” (ambos filmes dramáticos estrelados por Jim Carrey).

O filme, de fato, causa um estranhamento em quem não está acostumando com a não-linearidade dos fatos narrados. Brilho Eterno é um filme que segue o fluxo de consciência do personagem e, por esse motivo, se torna um quebra-cabeça a ser resolvido pelo espectador na medida em que o enredo se desenrola. O ponto chave da história acontece poucos minutos antes do filme acabar e abre espaço para a compreensão plena da trama – basta ficar atento. Vale a pena assistir de novo e novo se for preciso - sempre, seus olhos perceberão detalhes que não foram vistos das vezes anteriores.

Brilho Eterno é um filme que não atingiu o ápice de um dia para o outro (como os blocbusters atingem, por exemplo). Seus fãs foram sendo conquistados ao longo desses anos, desde seu lançamento – e a internet pode ter sido a grande arma de divulgação, já que ele deve ter sido exibido uma vez ou outra na televisão aberta do Brasil.  

Mas, afinal, qual o segredo de Brilho Eterno? Por que se tornou um filme tão cultuado por cinéfilos ao redor do mundo? A resposta não é evidente. Mas o fato é que a capacidade do filme em trazer uma desilusão amorosa e aproximá-la da vida de tantos espectadores é sua máquina de fazer fãs. Porém, o tema principal não é o amor ou a própria desilusão e sim o destino e, talvez, a memória. É como se nos deparássemos com um elemento da clássica tragédia grega na qual os personagens não tem o controle sobre seu próprio fado, sempre sendo levados aos caminhos e aos amores que lhes são predestinados. Brilho Eterno aborda isso de uma maneira contemporânea, é claro.

http://www.impassionedcinema.com/wordpress/wp-content/uploads/2011/10/600full-eternal-sunshine-of-the-spotless-mind-screenshot.jpg

Joel é um personagem quieto e introspectivo, acabara de sair de um relacionamento indiferente e conheceu Clementine, uma jovem bonita, de personalidade excêntrica e que vive oscilando de humor. Ambos representam uma parcela de homens e mulheres que costumam se relacionar e sofrer devido à diferença de personalidade. Porém, estamos diante de um casal apaixonado, apesar dos pesares. E quem é que nunca, briga após briga, desentendimento após desentendimento, quis apagar aquela pessoa da memória, pois do coração a tarefa seria mais árdua? Pois é. Foi o que Clementine fez (literalmente). A maior parte do filme passa dentro da cabeça de Joel, enquanto a “máquina de apagar memórias” se encarrega de extinguir sua amada (desilusão amorosa), definitivamente, de sua mente. Essa estratégia faz com que nos aproximemos do interior do personagem de maneira muito eficiente, pois ficamos em contato com o íntimo de Joel, com seus medos, anseios e reflexões, enquanto ele se encarrega de “esconder” Clementine em suas memórias mais distantes para que ela não seja apagada no processo. Sofremos com o engano Joel.

-Maktub-

O filme da minha vida – talvez o da de vocês também. Vale a pena ser assistido.

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Eduardo Souza

Secos & Molhados [1973] Mais um álbum brasileiro na minha lista de favoritos. E como não citar um álbum que conta com um dos vocais mais marcantes das história da música brasileira, o vocal de Ney Matogrosso? Mas e aí, quem copiou a maquiagem de quem? Foi a banda de heavy metal “Kiss” que copiou a maquiagem dos Secos ou ao contrário? Mais uma vez podemos afirmar que os norte americanos andaram pagando pau pro Brasil: Dezembro de 1972 - Primeiro show dos Secos e Molhados com maquiagem Março de 1973 - Primeiro show do Kiss com maquiagem. Agosto de 1973 - Lançamento do primeiro LP dos Secos e Molhados. Fevereiro de 1974 - Lançamento do primeiro LP do Kiss. Março de 1974 - Ney Matogrosso é contactado por dois empresários americanos no México Claro que isso é uma especulação que fica bem guardada no imaginário dos fãs de Secos e Molhados e Ney Matogrosso.  De qualquer maneira, estou aqui para falar o quanto este álbum fez história, o quanto este álbum é autêntico, poético e perfeito. A começar pela canção “Sangue Latino” que abre o álbum e fala sobre a alma latina como nunca ousaram ousar: “meu sangue é latino, minh’alma é cativa” - um desabafo. Aqui você encontrará músicas lindas que compõem a poética deste álbum, como “Rosa de Hiroshima” [sim, o poema do Vinícius], “As andorinhas” e “Fala”. E nada é experimental aqui, tudo é minuciosamente planejado para soar bem aos ouvidos, a começar pela própria voz do Ney. E como todo álbum tem seu grande ápice musical, nesse, temos “Primavera nos Dentes”. Essa não é uma canção qualquer, e você descobre isso nos dois primeiros segundos ouvindo ela. Todo o arranjo musical não deixa a desejar em nenhum segundo do seu andamento - idiota, eu, em pensar que poderia descrevê-la aqui par vocês. Portanto, baixem este disco e dispensem meus comentários vãos.  “Quem não vacila mesmo derrotado Quem já perdido nunca desespera E envolto em tempestade decepado Entre os dentes segura a primavera” Fonte: Kiss x Secos & Molhados: o fim da polêmica - Curiosidades http://whiplash.net/materias/curiosidades/068863-kiss.html#ixzz29hVKKHit DOWNLOAD: http://thepiratebay.se/torrent/5235806/Secos_e_Molhados_-_Secos_e_Molhados[1973]

Secos & Molhados [1973]

Mais um álbum brasileiro na minha lista de favoritos. E como não citar um álbum que conta com um dos vocais mais marcantes das história da música brasileira, o vocal de Ney Matogrosso? Mas e aí, quem copiou a maquiagem de quem? Foi a banda de heavy metal “Kiss” que copiou a maquiagem dos Secos ou ao contrário? Mais uma vez podemos afirmar que os norte americanos andaram pagando pau pro Brasil:

Dezembro de 1972 - Primeiro show dos Secos e Molhados com maquiagem
Março de 1973 - Primeiro show do Kiss com maquiagem.
Agosto de 1973 - Lançamento do primeiro LP dos Secos e Molhados.
Fevereiro de 1974 - Lançamento do primeiro LP do Kiss.
Março de 1974 - Ney Matogrosso é contactado por dois empresários americanos no México

Claro que isso é uma especulação que fica bem guardada no imaginário dos fãs de Secos e Molhados e Ney Matogrosso.

De qualquer maneira, estou aqui para falar o quanto este álbum fez história, o quanto este álbum é autêntico, poético e perfeito. A começar pela canção “Sangue Latino” que abre o álbum e fala sobre a alma latina como nunca ousaram ousar: “meu sangue é latino, minh’alma é cativa” - um desabafo. Aqui você encontrará músicas lindas que compõem a poética deste álbum, como “Rosa de Hiroshima” [sim, o poema do Vinícius], “As andorinhas” e “Fala”. E nada é experimental aqui, tudo é minuciosamente planejado para soar bem aos ouvidos, a começar pela própria voz do Ney. E como todo álbum tem seu grande ápice musical, nesse, temos “Primavera nos Dentes”. Essa não é uma canção qualquer, e você descobre isso nos dois primeiros segundos ouvindo ela. Todo o arranjo musical não deixa a desejar em nenhum segundo do seu andamento - idiota, eu, em pensar que poderia descrevê-la aqui par vocês. Portanto, baixem este disco e dispensem meus comentários vãos.

“Quem não vacila mesmo derrotado
Quem já perdido nunca desespera
E envolto em tempestade decepado
Entre os dentes segura a primavera”

Fonte: Kiss x Secos & Molhados: o fim da polêmica - Curiosidades http://whiplash.net/
materias/curiosidades/068863-kiss.html#ixzz29hVKKHit

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The Velvet Underground & Nico [1967]
 O único disco da banda produzido pelo artista plástico Andy Warhol, até que Lou Reed decidisse despedi-lo por negligência. Nico ganhou notoriedade com este álbum, mas também foi demitida e seguiu com a carreira solo com sucesso. Umas das faixas marcantes, e que prova o valor de Nico como vocalista, é a canção “All Tomorrow’s Parties” - integralmente na voz dela. E como se não bastasse, esse disco não poderia ser considerado uma obra prima sem Nico e sem o próprio Warhol. Então por quê foram demitidos? Vai saber. Até os Beatles brigavam. De qualquer modo, estou falando de um álbum repleto de clássicos do rock, um álbum considerado o 13º na lista dos melhores da revista Rolling Stone. The Velvet Underground and Nico possui dois vocalistas que ousaram experimentar de tudo em plenos 1967 - e, por isso, devemos tudo a este experimentalismo. “Heroin”, por exemplo, é uma canção extremamente controvérsia, mas não chega ao nível de experimentalismo da “European Song”. “Heroin”, talvez, tenha sido a canção mais marcante da banda e viera a se tornar parte da trilha sonora do filme The Doors do diretor Oliver Stone - é por isso que muitos leigos confundem a autoria dessa música, atribuindo-a a banda de Jim Morrison. Nesse álbum você também encontrará outras composições marcantes da dupla Lou Reed e Nico, como “Venus in Furs”, “Femme Fatale” e “I’ll Be Your Mirror”. Este álbum também foi responsável por dar início ao que chamamos de “rock alternativo”, já que seu lançamento foi um fracasso e só as pessoas mais “freaks” curtiam esse som Lado B. Um disco que influenciou e ainda influencia gerações de bandas de garagem. Vale a pena ser ouvido em suas minucias.  DOWNLOAD: http://thepiratebay.se/torrent/4630738/Velvet_Underground__The__The_Velvet_Underground__amp__Nico

The Velvet Underground & Nico [1967]


O único disco da banda produzido pelo artista plástico Andy Warhol, até que Lou Reed decidisse despedi-lo por negligência. Nico ganhou notoriedade com este álbum, mas também foi demitida e seguiu com a carreira solo com sucesso. Umas das faixas marcantes, e que prova o valor de Nico como vocalista, é a canção “All Tomorrow’s Parties” - integralmente na voz dela. E como se não bastasse, esse disco não poderia ser considerado uma obra prima sem Nico e sem o próprio Warhol. Então por quê foram demitidos? Vai saber. Até os Beatles brigavam. De qualquer modo, estou falando de um álbum repleto de clássicos do rock, um álbum considerado o 13º na lista dos melhores da revista Rolling Stone. The Velvet Underground and Nico possui dois vocalistas que ousaram experimentar de tudo em plenos 1967 - e, por isso, devemos tudo a este experimentalismo. “Heroin”, por exemplo, é uma canção extremamente controvérsia, mas não chega ao nível de experimentalismo da “European Song”. “Heroin”, talvez, tenha sido a canção mais marcante da banda e viera a se tornar parte da trilha sonora do filme The Doors do diretor Oliver Stone - é por isso que muitos leigos confundem a autoria dessa música, atribuindo-a a banda de Jim Morrison. Nesse álbum você também encontrará outras composições marcantes da dupla Lou Reed e Nico, como “Venus in Furs”, “Femme Fatale” e “I’ll Be Your Mirror”. Este álbum também foi responsável por dar início ao que chamamos de “rock alternativo”, já que seu lançamento foi um fracasso e só as pessoas mais “freaks” curtiam esse som Lado B. Um disco que influenciou e ainda influencia gerações de bandas de garagem. Vale a pena ser ouvido em suas minucias.

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Radiohead - In Rainbows [CD 1] [2007] Na época de seu lançamento, o grupo disponibilizou a versão para download. Os fãs poderiam fazer o download integral do álbum e pagar quanto decidissem que poderiam pagar, ou o quanto achassem que valia o disco. Ou seja, por um centavo você poderia levar este este excelente álbum de maneira legalizada. Mas, ao ouvir, você perceberia que não estamos diante de um álbum de “um centavo”, pelo contrário, este é um dos discos mais importantes da cerreira da banda Radiohead. A atmosfera que permeia este disco não nos deixa defini-lo de maneira exata. O que eu posso afirmar, como mero ouvinte, é que existe uma melancolia na voz de Thom e que In Rainbows é capaz de despertar sentimentos que não se permitem ser definidos com palavras, é preciso todo o arranjo do disco, desencadeado, para que, só assim, estejamos próximos do que Thom Iorke e Cia. queriam nos dizer [mas não disseram]. Não tente explicar as músicas de esse álbum - você não obterá sucesso, por mais que possua o maior vocabulário da face da terra. In Rainbows só é completo quando ouvido por inteiro, distante de tudo, distante do barulho das coisas. Prepare sua mente para apresentá-la “Nude”, uma canção pessimista sobre a realidade do ser humano solitário e desmotivado, nu. “Videotape”, sobre a nostalgia que encontramos nas fitas cassetes, sobre uma pessoa que prefere dizer adeus através das imagens gravadas e eternizadas em um videotape. “All I Need”, a canção sobre a separação [ou uma ilusão amorosa e platônica] e o desabafo de uma pessoa apaixonada e que insiste em viver em função do seu amor pela outra. E, porra, “Jigsaw Falling Into Place”, a canção mais frenética deste disco e que nos oferece a frase que traduz, talvez, parte desta obra: “Words are a sawed off shotgun” [“Palavras são uma espingarda serrada”, mas traduzido, geralmente, poeticamente como “Palavras são balas perdidas”] Não morra sem conhecer o som da melancolia, o som de In Rainbows.  DOWNLOAD: http://www.mediafire.com/?bhit15s1wah8haa

Radiohead - In Rainbows [CD 1] [2007]

Na época de seu lançamento, o grupo disponibilizou a versão para download. Os fãs poderiam fazer o download integral do álbum e pagar quanto decidissem que poderiam pagar, ou o quanto achassem que valia o disco. Ou seja, por um centavo você poderia levar este este excelente álbum de maneira legalizada. Mas, ao ouvir, você perceberia que não estamos diante de um álbum de “um centavo”, pelo contrário, este é um dos discos mais importantes da cerreira da banda Radiohead. A atmosfera que permeia este disco não nos deixa defini-lo de maneira exata. O que eu posso afirmar, como mero ouvinte, é que existe uma melancolia na voz de Thom e que In Rainbows é capaz de despertar sentimentos que não se permitem ser definidos com palavras, é preciso todo o arranjo do disco, desencadeado, para que, só assim, estejamos próximos do que Thom Iorke e Cia. queriam nos dizer [mas não disseram]. Não tente explicar as músicas de esse álbum - você não obterá sucesso, por mais que possua o maior vocabulário da face da terra. In Rainbows só é completo quando ouvido por inteiro, distante de tudo, distante do barulho das coisas. Prepare sua mente para apresentá-la “Nude”, uma canção pessimista sobre a realidade do ser humano solitário e desmotivado, nu. “Videotape”, sobre a nostalgia que encontramos nas fitas cassetes, sobre uma pessoa que prefere dizer adeus através das imagens gravadas e eternizadas em um videotape. “All I Need”, a canção sobre a separação [ou uma ilusão amorosa e platônica] e o desabafo de uma pessoa apaixonada e que insiste em viver em função do seu amor pela outra. E, porra, “Jigsaw Falling Into Place”, a canção mais frenética deste disco e que nos oferece a frase que traduz, talvez, parte desta obra:

“Words are a sawed off shotgun” [“Palavras são uma espingarda serrada”, mas traduzido, geralmente, poeticamente como “Palavras são balas perdidas”]

Não morra sem conhecer o som da melancolia, o som de In Rainbows.

DOWNLOAD: http://www.mediafire.com/
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